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A
ABSORÇÃO: Atenuação de um sinal eletromagnético por sua conversão em
calor.
ACOPLADOR: Dispositivo que permite combinar (misturador) ou separar
(derivadorou “splitter”) sinais.
ACOPLADOR ESTRELA: Elemento ótico que permite a conexão de muitas
fibras a uma única.
ACRILATO: O tipo de resina acrílica mais usada como revestimento da
fibra óptica.
ADSL: Assimetrical Digital Subscriber Line. Sistema que possibilita
transmissão de banda larga (até 9 MHz) nos cabos telefônicos metálicos
já existentes. É a mais comum das tecnologias xDSL, que são vistas como
possíveis estágios. intermediários na transição para redes totalmente
ópticas.
AMORTECEDOR: Um revestimento protetor sobre a fibra.
AMPLIFICADOR ÓPTICO: Dispositivo que amplifica sinais ópticos sem a
conversão destes em sinais elétricos. Podem ser usados no meio da linha,
como os repetidores, ou acoplados ao transmissor ou receptor,
aumentando a distância de transmissão sem estações intermediárias,
melhorando sensivelmente a confiabilidade dos enlaces ópticos.
ANALÓGICO: Propriedade de um equipamento ou sinal (óptico ou
elétrico) que guarda semelhança (ou analogia) com o sinal que o gerou.
Exemplo: O sinal elétrico gerado pela conversão da voz humana através um
microfone (comparar com digital).
ÂNGULO CRÍTICO: Maior ângulo de incidência de uma onda que ao atingir
outro meio de índice de refração menor, ainda ocorre refração. A partir
desse ângulo a onda seria inteiramente refletida de volta ao primeiro
meio de propagação.
ARAMIDA: Material dielétrico sintético, em forma de fibras, muito
leve, de grande resistência mecânica à tração. É usado em substituição
ao aço como reforço de resistência à tração em cabos. É muito conhecido
por uma de suas marcas comerciais: kevlar.
ATENUAÇÃO: Perda de potência de um sinal ao longo de sua propagação.
Em geral é medida em dB ou dB/km. As principais causas de atenuação em
uma fibra óptica são devidas à absorção por impurezas ou por íon OH-,
espalhamento por irregularidades na deposição do material, trincas e
deformações ou ainda devido a fatores externos, como emendas e conexões
aos equipamentos.
B
BANDA A: Faixa de freqüências destinadas atualmente à exploração de
serviços de telefonia celular pelas operadoras de serviço público.
BANDA B: Faixa de freqüências destinadas à exploração de serviços de
telefonia celular por empresas privadas, concorrendo com a banda A.
BIT: A menor unidade de informação num sistema binário de notação;
contração de dígito binário.
C
CABO GELEADO: Cabo que possui seus interstícios preenchido por um
composto pastoso (geleia) com o objetivo de protegê-lo contra a
penetração de água.
CABO ÓPTICO: Cabo que contém uma ou várias fibras ópticas destinadas à
transmissão de sinais.
CAIXA DE EMENDA ÓPTICA: Dispositivo protetor de emendas de fibras
ópticas.
CANAL: Um caminho para transmissão de sinais entre dois ou mais
pontos, normalmente em uma única direção.
CANAL DE BANDA LARGA: Canal de largura de banda muito maior que o
canal de voz. Capaz de transmitir voz, vídeo e dados em alta velocidade.
Normalmente opera com bandas da ordem de vários MegaHertz.
CANAL DE VOZ: Um canal adequado à transmissão da fala e dados em
baixa velocidade como fax. Tem geralmente freqüência de 300 a 3000 Hz.
CASCA: Camada externa da fibra óptica, composta de material de baixo
índice de refração, que envolve o núcleo, fornecendo-lhe isolação
óptica.
CCC: Central de Comutação e Controle. É a central telefônica que
controla as estações rádio-base dos telefones celulares.
CDMA: Code Division Multiple Access. Um dos sistemas de digitalização
do acesso de telefonia celular, onde vários celulares transmitem ao
mesmo tempo e na mesma freqüência, com sinais separados por códigos.
CÉLULA: Área geográfica de abrangência de uma estação rádio-base de
celular. Nos sistemas analógicos cada célula opera em uma freqüência
distinta. Divide-se o espectro dispo-nível em sete canais de freqüências
diferentes, possibilitando que cada célula não opere no mesmo canal que
sua vizinha.
CHIP: Circuito integrado; encapsulamento de diversos componentes
eletrônicos, como transistores e resistores, em um único invólucro de
material semicondutor. Um único chip, como um microprocessador, pode
conter mais de 100 mil componentes.
COLAPSAMENTO: Compactação do tubo óptico para retirada de todos os
interstícios (bolhas), resultantes do processo de deposição ou
encamisamento, transformando-o em um bastão sólido e transparente
(pré-forma). É realizado com alta temperatura e vácuo.
COMPRIMENTO DE ONDA: Distância percorrida em um ciclo pela frente de
onda. Pode ser calculado pela divisão da velocidade de propagação da
onda por sua freqüência.
COMUTAÇÃO: Em telefonia, é a ligação temporária entre dois terminais,
feitas através de uma série de circuitos elétricos, que se desconectam
após o fim da conversação, liberando a linha para outra ligação.
CONECTOR ÓPTICO: Dispositivo instalado na extremidade de uma fibra
óptica permitindo acoplamento físico e óptico com um equipamento ou uma
outra fibra.
CORDÃO ÓPTICO: Cabo óptico com uma única fibra, destinado à ligação
de equipamentos ópticos.
CROSSTALK: Linha cruzada; diafonia.
D
DECIBEL (dB): Unidade de medida muito usada em telecomunicações para
expressar a relação entre duas variáveis, normalmente potências de
sinais atenuados ou amplificados. Corresponde a um décimo do Bel e pode
ser calculado como: 10. log (P1 / P2), sendo P1 e P2 as duas variáveis a
serem comparadas.
dBm: Medida de potência em comunicações: o decibel com referência a
um miliwatt. Zero dBm = 1 miliwatt, com relação logarítmica à medida que
os valores aumentam.
DEMODULAÇÃO: O processo de recuperação de um sinal original de uma
onda transportadora modulada. Técnica utilizada em modems para tornar os
sinais de comunicações compatíveis com equipamentos como: micros, fax,
etc.
DERIVADOR: Acoplador separador de sinais, com uma entrada e duas ou
mais saídas.
DIAFONIA: Linhas cruzadas.
DIELÉTRICO: Meio não metálico e não condutor de eletricidade.
DIGITAL: Propriedade de um equipamento ou sinal (óptico ou elétrico)
onde uma informação é transformada em bits (zero ou um) para ser
transmitida ou processada. Sistemas digitais permitem velocidades de
transmissão muito maiores e de melhor qualidade de sinal que os
analógicos.
DIODO LASER DE INJEÇÃO (ILD): Uma fonte de luz coerente. Laser
semicondutor no qual a geração da luz coerente ocorre em uma junção P-N e
a energia necessária para alcançar e manter a inversão de população é
fornecida através de injeção de corrente.
DIODO EMISSOR DE LUZ (LED): Dispositivo semicondutor que emite luz
incoerente formada pela junção P-N. A intensidade de luz é proporcional
ao fluxo da corrente elétrica.
DISPERSÃO: A causa de limitações de largura de banda numa fibra. A
dispersão causa o alargamento dos pulsos ao longo do comprimento da
fibra, resultando em distorção do sinal transmitido.
DISPERSÃO CROMÁTICA: Dispersão causada pela diferença de velocidade
dos diferentes comprimentos de onda que compõem o espectro da luz
transmitida.
DISPERSÃO MODAL: Dispersão causada devido aos diferentes modos
(caminhos) de propagação em uma fibra óptica multimodo.
DISPERSÃO DE RAYLEIGHT: Espalhamento da luz causado pela flutuação na
densidade do material causando pequeníssimas mudanças no índice de
refração. É uma das principais causas da atenuação de uma fibra óptica.
DISTORÇÃO: Mudança não desejada na forma de onda que ocorre entre
dois pontos em um sistema de transmissão.
DOPAGEM: Introdução de um elemento dopante à sílica, para mudar seu
índice de refração.
DOPANTE: Substância usada na dopagem, normalmente germânio ou óxido
de boro.
E
EHF: Extremely High Frequency. Microondas da faixa de 30 GHz a 300
GHz.
EMENDA ÓPTICA: União permanente ou temporária de duas pontas de
fibras por técnicas mecânicas ou de fusão. Na emenda por fusão, as
fibras são decapadas de seu revestimento, clivadas (cortadas) em suas
extremidades, alinhadas e fundidas por um arco elétrico, recebendo no
final um invólucro protetor. Nas
emendas mecânicas, as fibras recebem o mesmo tratamento, porém não são
fundidas, mas apenas fixadas alinhadas por meio de um conector.
ENCAMISAMENTO: Revestimento externo de um bastão de pré-forma com um
outro tubo de sílica que passará a fazer parte da casca da fibra. É uma
técnica usada para aumentar a produtividade de uma linha de produção de
pré-formas.
ENLACE ÓPTICO: Um transmissor e um receptor conectados por um cabo
óptico.
ERB: Estação Rádio Base que conecta por rádio os telefones celulares e
transmite seus sinais aos CCC. É o núcleo de uma célula.
ESPALHAMENTO: Mudança de direção de uma onda (para várias direções),
depois de atingir partículas distribuídas aleatoriamente.
ESPECTRO ÓPTICO: Faixa de comprimentos de onda da radiação óptica
(infravermelho + radiação visível + ultravioleta).
F
FDM: Frequency Division Multiplexing. Sistema de multiplexação por
divisão de freqüência, que usa uma freqüência diferente para cada
sub-portadora de cada canal a ser transmitido por um único meio.
FIBRA ÓPTICA DISPERSÃO DESLOCADA (DS): Dispersion Shifted. Tipo de
fibra monomodo em que as condições de dispersão cromática nula foram
deslocadas da janela de 1310 nm para a janela de 1550 nm, onde as perdas
de transmissão são menores.
FIBRA ÓPTICA MONOMODO (SM): Single Mode. Tipo de fibra óptica na qual
apenas um modo se propagará, fornecendo o máximo em largura de banda.
Tem que ser utilizada com fontes de luz laser. Tem menor atenuação e,
portanto pode transmitir sinais a grandes distâncias. É a fibra padrão
ou standard para
telecomunicações.
FIBRA ÓPTICA MULTIMODO (MM): Multi Mode. Tipo de fibra óptica que
permite que mais de um modo se propague, apresentando normalmente altas
taxas de atenuação. Não necessita de fonte de luz coerente, tornando os
transmissores e receptores mais baratos que os monomodo. São excelentes
soluções para redes de dados em distâncias de até apenas alguns
quilômetros.
FONTE: O meio (normalmente LED ou laser) utilizado para converter um
sinal elétrico em um correspondente sinal óptico.
FOTODIODO: Dispositivo utilizado para converter sinais ópticos em
sinais elétricos.
FOTODIODOS DE AVALANCHE (APD): Fotodiodos que combinam a detecção de
sinais ópticos com amplificação interna da fotocorrente. O ganho interno
é percebido através da multiplicação avalanche de transportadoras na
região da junção. Sua vantagem é uma razão elevada de sinal-ruído,
especialmente, a altas taxas de bits.
FÓTON: Quantum (pacote) elementar de uma onda eletromagnética.
FREQUÊNCIA: O número de ciclos de uma onda por uma unidade de tempo.
Em geral expresso em Hertz (Hz). 1 Hz = 1 ciclo por segundo.
G/H
GIGA (G): Unidade que equivale a 1 bilhão = 109. Exemplo: 1 GigaHertz
(GHz) = 109 Hertz.
GUIA DE ONDAS: Estrutura condutora ou dielétrica capaz de suportar e
propagar um ou mais padrões de campo eletromagnético (modos). Exemplo:
Fibra Óptica.
HERTZ: Unidade de medida de freqüência. 1 Hertz (1 Hz) é igual a 1
ciclo por segundo.
I
ÍNDICE DE REFRAÇÃO: Propriedade de um meio de transmissão óptico,
correspondente à proporção entre a velocidade da luz no vácuo e a sua
velocidade no meio de transmissão.
INFRAVERMELHO: Radiação óptica com comprimentos de onda maiores do
que aqueles da radiação visível, aproximadamente entre 800 nm e 1 mm.
J
JANELAS DE TRANSMISSÃO: São os comprimentos de onda de operação de
uma fibra óptica, para o qual a atenuação da mesma tem um ponto de
mínimo. São usadas três janelas:
1ª janela: 850 nm – Aplicável apenas a fibras multimodo.
2ª janela: 1310 nm – Aplicável a fibras multimodo ou monomodo.
3ª janela: 1550 nm – Aplicável apenas a fibras monomodo.
JUMPER: Pequeno lance de cordão óptico, conectorizado nas duas
pontas. Usado para a conexão de equipamentos ópticos.
K/L
KEVLAR: Um dos nomes comerciais para aramida.
LAN: Local Area Network. Rede local de computadores, restrita a uma
pequena área geográfica, normalmente um prédio ou empresa. É comumente
operada pelos próprios usuários.
LARGURA DE BANDA: Expressa a quantidade de informações que um sistema
tem capacidade de transportar. Em sistemas analógicos, é a diferença
entre as freqüências máxima e mínima que podem ser transportadas.
Exemplo: canal de voz que transportam sinais de 300 a 3000 Hz tem
largura de banda de 2700 Hz. Em sistemas digitais, é a máxima freqüência
de operação. Exemplo: Sistemas STM-16 têm largura de banda de 2,5 Gbit
por segundo.
LASER: Light Amplification by Stimulated Emission of Radiance. Fonte
de luz coerente com estreita largura de banda espectral.
LINHAS CRUZADAS: Transferência de informações de um guia de onda para
outro adjacente; diafonia.
LOOSE: Tipo de construção de cabos ópticos, onde as fibras não estão
fisicamente vinculadas ao elemento de tração do cabo. Normalmente as
fibras ficam soltas dentro de tubetes plásticos cordados em torno de um
elemento central.
LUZ: Radiação visível; qualquer radiação óptica capaz de causar uma
sensação visual em um observador.
LUZ COERENTE: Luz monocromática com ondas de mesmo comprimento, mesmo
plano de vibração e mesma fase.
M
MAN: Metropolitan Area Network. Rede da abrangência metropolitana,
normalmente operada por empresa de serviço público.
MEGA (M): Unidade que equivale a 1 milhão = 106. Exemplo: 1 MegaHertz
(1 MHz) = 106 Hertz.
MICROCURVATURAS: Causas de atenuação incremental em uma fibra óptica.
Normalmente são motivadas por:
a) ter a fibra encurvado à volta de um raio restritivo de curvatura;
b) pequeníssimas distorções na fibra, impostas por perturbações
externamente induzidas. Comumente associadas a uma extrusão ruim da
fibra óptica ou deficiências na fabricação do cabo.
MÍCRON (m m): Unidade de medida que equivale a um milionésimo de
metro = 10-6 metro.
MICROONDA: Qualquer onda eletromagnética com freqüência acima de 890
MHz. Normalmente dividida em três partes: UHF, SHF e EHF.
MISTURADOR: Acoplador de dois ou mais sinais ópticos dando origem a
um único sinal combinado.
MODEM: Contração de Modulador / Demodulador. Aparelho contendo
circuitos elétricos necessários para conectar equipamentos de
processamento de dados a um canal de comunicações, geralmente através de
modulação e demodulação do sinal.
MODO: Um padrão de campo eletromagnético.
MODULAÇÃO: Processo pelo qual uma característica de uma onda é
variada de acordo com outra onda, ou sinal, como em modems, os quais
transformam sinais de computadores em ondas que sejam compatíveis com
instalações de comunicação e equipamentos.
MULTIPLEXAÇÃO: Transmissão de dois ou mais sinais em um único canal.
N
NANO (n): Unidade que equivale a 1 bilionésimo = 10-9. Exemplo: 1
nanometro (nm) = 10-9 metros.
NÚCLEO: A parte central de uma fibra óptica onde é confinada toda a
luz, por apresentar índice de refração mais alto que a casca que o
envolve.
O/P
OPGW: OPtical Ground Wire. Cabo pára-raios de linhas aéreas de alta
tensão com núcleo contendo fibras ópticas.
PERDAS: Ver atenuação.
PERFIL DE ÍNDICE: Maneira como o índice de refração varia na seção
transversal de uma fibra óptica.
PERFIL DE ÍNDICE DEGRAU: Característica de um tipo de fibra que
apresenta índice de refração constante ao longo do núcleo e variação
abrupta na interface núcleo-casca. Perfil típico das fibras ópticas
monomodo standard.
PERFIL DE ÍNDICE GRADUAL: Característica de um tipo de fibra onde o
índice de refração do núcleo varia continuamente em função da distância
do eixo central. A variação pode se dar com perfil parabólico, típico de
fibras multimodo, ou com perfil triangular, típico de fibras monomodo
com dispersão deslocada.
PIGTAIL: Pequeno lance de cordão óptico, conectorizado em uma das
pontas e terminando em um pedaço de fibra nua na outra. É usado para a
ligação de equipamentos ópticos.
POTÊNCIA: Taxa na qual a energia é absorvida, recebida, transmitida,
transferida, etc., por unidade de tempo. Unidade: Watts.
PROTOCOLO: Conjunto de regras e padrões que as máquinas de um sistema
devem obedecer para trocar informações.
R
RABICHO: Ver pigtail
RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA: Emissão ou propagação de energia sob a
forma de onda eletromagnética.
RADIAÇÃO ÓPTICA: Radiação que engloba a luz visível, infravermelho e
ultra violeta, correspondendo a uma faixa de comprimentos de onda de
aproximadamente 4 nm a 1 mm.
RAIO DE DOBRAMENTO: Menor raio de curvatura que uma fibra pode
apresentar sem causar aumento significativo de atenuação.
RDSI: Rede Digital de Serviços Integrados. Rede digital de
telecomunicações cujo acesso permite a transmissão de banda larga.
RECEPTOR ÓPTICO: Equipamento opto-eletrônico que recebe um sinal
óptico e o converte para um sinal elétrico equivalente.
REDE: Uma série de pontos interconectados por canais de comunicações.
REDE DE BANDA LARGA: Rede com capacidade de transportar uma enorme
quantidade de informações ao mesmo tempo, em sinais de voz, vídeo e
dados em alta velocidade.
REPETIDOR: Regenerador de um sinal óptico atenuado. Através da
combinação de um receptor e um transmissor, efetua a transformação do
sinal óptico em elétrico e posteriormente reconverte em um sinal óptico
regenerado. O uso de repetidores têm sido substituídos pelo uso de
amplificadores ópticos.
REVESTIMENTO COLORIDO: Revestimento pigmentado de uma fibra óptica
com o objetivo de identificação.
REVESTIMENTO PRIMÁRIO: Revestimento de proteção de uma fibra óptica,
mais comumente feito de acrilato. É aplicado em dupla camada logo após o
processo de estiramento. O revestimento primário evita a formação de
microcurvaturas, causadoras de atenuação e confere resistência mecânica à
fibra.
REVESTIMENTO SECUNDÁRIO: Revestimento aplicado, durante a fabricação
do cabo óptico, sobre sobre uma ou várias fibras, como proteção
mecânica.
RIBBON: Estrutura de agrupamento de fibras ópticas, onde elas são
coladas paralelamente, formando pequenas fitas. Essa construção permite a
obtenção de cabos de pequeno diâmetro e com centenas de fibras ópticas.
RUÍDO: Qualquer perturbação que tenda a interferir na operação normal
de um aparelho ou sistema de comunicação. As unidades de medição de
ruídos variam com os procedimentos utilizados para a ponderação de
ruídos.
S
SDH: Synchronous Digital Hierarchy. Sistema de transmissão síncrona
com grande capacidade de transmissão e simplicidade de construção e
gerência.
SHF: Super High Frequency. Microondas da faixa de 3 GHz a 30 GHz.
SÍLICA: Dióxido de silício em forma vítrea; quartzo
SÍLICA DOPADA: Sílica contendo pequenas porcentagens de outros
componentes químicos capazes de alterar seu índice de refração.
SPLITTER: Derivador.
T
TAXA DE ERROS: Proporção de dados recebidos incorretamente (bits,
elementos, caracteres ou blocos), em relação ao total geral de dados
transmitidos.
TDM: Time Division Multiplexing. Sistema de multiplexação por divisão
de tempo. Alinham-se diversos sinais e transmite-se um byte de cada
sinal por vez, num único canal de saída de alta velocidade.
TDMA: Time Division Multiple Access. Sistema de multiplexação para
digitalização do acesso à telefonia celular que utiliza divisão de
tempo. Ver TDM.
TIGHT: Tipo de construção de cabos ópticos onde as fibras são
fisicamente vinculadas ao elemento de tração do cabo.
TORNO DE DEPOSIÇÃO: Equipamento usado para confecção da pré-forma. No
processo MCVD o torno é dotado de garras que prendem o tubo de sílica,
coloca-o em movimento de rotação uniforme e injeta em seu interior os
cloretos que serão depositados por oxidação. É também dotado de
queimadores que percorrem por diversas vezes o tubo, elevando a
temperatura para provocar a deposição.
TORRE DE ESTIRAMENTO: Equipamento usado para estirar o bastão de
pré-forma, transformando-o em fibra óptica. É dotado de uma cabeça onde a
pré-forma é aquecida até adquirir uma consistência “pastosa”, e de um
sistema de tracionamento, que controla o diâmetro da fibra estirada.
TORRE DE PUXAMENTO: O mesmo que torre de estiramento.
TRANSMISSÃO ASSÍNCRONA: Um método de transmissão no qual cada
caractere de informação é individualmente sincronizado, normalmente pelo
uso de indicadores de “inicia / pára”. (comparar com transmissão
síncrona).
TRANSMISSÃO SÍNCRONA: Método de transmissão no qual a sincronização
de caracteres é controlada por sinais de sincronização gerados nas
estações receptora e transmissora (contrário de comunicações “inicia /
pára”). Ambas as estações operam continuamente na mesma freqüência e são
mantidas numa relação de fase desejada.
TRANSMISSOR ÓPTICO: Equipamento eletro-óptico que recebe um sinal
elétrico e o converte para um sinal óptico equivalente, pronto para ser
propagado por uma fibra óptica.
U/V
ULTRAVIOLETA: Radiação óptica com comprimentos de onda menores do que
aqueles da radiação visível, aproximadamente entre 4 nm e 400 nm.
VELOCIDADE DA LUZ (c): Aproximadamente 300 mil quilômetros por
segundo no vácuo.
VHF: Very High Frequency. Microondas da faixa de 300 MHz a 3 GHz.
W
WAN: Wide Area Network. Rede de longa distância. A ligação entre
duas metrópoles constituem uma WAN.
WDM: Wavelength Division Multiplexing. Sistema de multiplexação onde
diversos canais são alocados em comprimentos de onda diferentes para
transmissão por uma mesma fibra. É o sistema que atualmente permite
maior capacidade de transmissão.
Por: JULIANO GUIRRA MACHADO E SILVA
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